Chegados ao século XXI verificamos que o mundo sofreu profundas mudanças, que a força de trabalho tem estado em permanente transformação e que a gestão, especificamente a gestão de pessoas, tem-se reinventado continuamente, como forma a responder a estes desafios.
A envolvente das empresas é volátil, complexa e incerta. As mudanças frequentes rapidamente tornam obsoletos produtos, serviços e modelos previamente bem sucedidos.
A reinvenção constante é uma questão de sobrevivência. Porém, apesar da obsessão com o presente e a urgência em antecipar o futuro, é premente conhecer e compreender o passado.
Portugal é um país com uma visão excessivamente economicista do trabalho, que não prima por valorizar as pessoas, não investe em Formação Profissional, acredita que "no poupar é que está o ganho", sendo o factor preço o primeiro e muitas vezes o único critério numa decisão de aquisição de um bem ou serviço. Esta situação é agravada pela actual conjuntura de crise. Há quem a apelide de «efeito Salazar».